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Jornada TEA🔍

Como encontrar e escolher terapeutas para TEA

Como saber quais profissionais você precisa, onde procurar (SUS, plano, particular), o que perguntar antes de fechar e como avaliar se a terapia está funcionando.

Atualizado em 07/09/2026

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  1. A equipe varia conforme a pessoa: fonoaudiólogo para linguagem e comunicação, terapeuta ocupacional para autonomia e questões sensoriais, psicólogo e analista do comportamento para intervenção comportamental, além do médico que acompanha. O laudo e a avaliação inicial indicam por onde começar.

    Ação recomendada: Liste as terapias indicadas no laudo e marque quais ainda não estão em andamento.

    Fontes: Ministério da Saúde

  2. Pelo SUS, o acesso é gratuito via UBS, CAPSi e CER. Pelo plano, a cobertura das terapias prescritas é obrigatória e a rede credenciada deve ter profissionais; se não houver, o plano deve garantir o atendimento fora da rede. O particular dá mais escolha, mas custa mais; muitas famílias combinam as três vias.

    Ação recomendada: Verifique a rede credenciada do plano e o CAPSi/CER da sua cidade antes de buscar particulares.

    Fontes: Planalto · Planalto · DATASUS / Ministério da Saúde · Ministério da Saúde

  3. Psicólogos têm registro no CRP, fonoaudiólogos no CRFa, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas no CREFITO e médicos no CRM; consulte o número no site do conselho. Psicopedagogia e ABA não têm conselho próprio, então pergunte sobre a formação de base, cursos e supervisão. Desconfie de promessas de cura.

    Ação recomendada: Peça o número do registro profissional e confira no site do conselho antes de fechar.

    Fontes: Ministério da Saúde

  4. Pergunte qual abordagem será usada e por quê, como serão definidas as metas, com que frequência a família recebe relatórios e como os pais participam. Combine valores, política de faltas e se o profissional emite relatórios para o plano e para a escola. Um bom profissional explica em linguagem simples e envolve a família.

    Ação recomendada: Leve uma lista de perguntas à primeira conversa e anote as respostas.

    Fontes: Ministério da Saúde

  5. Os valores por sessão variam muito por região, profissional e modalidade. Ter uma estimativa ajuda a comparar propostas e a decidir entre clínica, domiciliar ou on-line. Pergunte sobre pacotes, horários com desconto e recibo para reembolso do plano.

    Ação recomendada: Use a calculadora de custos e peça orçamento a pelo menos dois profissionais.

    Fontes: Ministério da Saúde

  6. Terapia boa tem metas mensuráveis e relatórios periódicos. Se após alguns meses não há progresso visível nem explicação clara, converse com a equipe e considere segunda opinião. Ajustar a equipe é normal e não significa fracasso.

    Ação recomendada: Peça relatório de evolução a cada 3 a 6 meses e revise as metas com a equipe.

    Fontes: Ministério da Saúde

Fontes

  1. Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) Ministério da Saúde, acessado em 07/09/2026
  2. Lei nº 9.656/1998 – Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde Planalto, acessado em 07/09/2026
  3. Lei nº 14.454/2022 – Altera a Lei dos Planos de Saúde para estabelecer critérios de cobertura fora do rol da ANS Planalto, acessado em 07/09/2026
  4. CNES – Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (consulta pública) DATASUS / Ministério da Saúde, acessado em 07/09/2026
  5. Linha de Cuidado para a Atenção às Pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo e suas Famílias na Rede de Atenção Psicossocial do SUS Ministério da Saúde, acessado em 07/09/2026

Aviso importante

Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica, psicológica ou jurídica. Procure um profissional de saúde para diagnóstico e tratamento.