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Jornada TEA🔍

Como funciona o diagnóstico de TEA no Brasil e o que fazer depois?

Sinais, avaliação, quem diagnostica, laudo e o que fazer depois.

Perguntas frequentes sobre diagnóstico

O que o laudo médico precisa conter?

Para servir ao plano, à escola, à CIPTEA e ao INSS, o laudo deve ter: nome completo, diagnóstico por extenso com CID (F84 ou 6A02), nível de suporte quando avaliado, terapias indicadas com frequência semanal, justificativa clínica, data, assinatura, carimbo e número do CRM. Quanto mais específico o laudo, menos negativas a família enfrenta.

O laudo de TEA tem validade? Preciso renovar?

Não existe prazo legal geral de validade para o laudo de TEA, que é uma condição permanente. Na prática, alguns serviços, planos e órgãos pedem relatório atualizado (por exemplo, dos últimos 6 a 12 meses) para renovar terapias, acompanhante escolar ou benefícios. Guarde o laudo original e peça relatórios de evolução periódicos ao médico e à equipe.

Quem pode diagnosticar TEA?

O diagnóstico é clínico e costuma ser feito por médico (neuropediatra, psiquiatra da infância ou geral, neurologista) ou por equipe multiprofissional que inclui psicólogo, com base em observação e instrumentos padronizados; não há exame laboratorial que confirme TEA. Para fins de CIPTEA, planos de saúde e benefícios, os órgãos geralmente exigem laudo médico com CID e CRM. Pelo SUS, a avaliação ocorre no CAPSi, no CER ou em ambulatório especializado.

Aviso importante

Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica, psicológica ou jurídica. Procure um profissional de saúde para diagnóstico e tratamento.